O artigo, de autoria de Geraldo CALIMAN e Rândala NOGUEIRA Y ROCHA, discute a Educação Social como ferramenta para o respeito à diversidade cultural e à dignidade humana. Argumenta que a Pedagogia Social transcende o espaço escolar, abrangendo contextos de vulnerabilidade social. As diretrizes e bases da educação nacional brasileira (LDB) ampliou a visão sobre os processos educativos, reconhecendo a educação como fenômeno social. Clicar na imagem abaixo para baixar o artigo em PDF.
A diversidade social, essencial para a inovação e tolerância, também enfrenta desafios como discriminação e exclusão. A diversidade cultural, impactada pelo colonialismo e pela globalização, enfrenta desafios de homogeneização, mas deve ser valorizada como fator de inclusão social. A educação intercultural tende a promover acolhimento, escuta e dialogo. A UNESCO destaca sua importância para a coesão social. Políticas inclusivas e currículos diversificados são estratégias para fortalecer a diversidade. É dentro dessa linha que surgiu o projeto “Língua Portuguesa para Migrantes e Refugiados” da UCB, que exemplifica a aplicação da Educação Social, promovendo inclusão linguística e cultural. O ensino da língua contribui para a integração e exercício da cidadania dos migrantes, sendo um meio de superação de barreiras sociais. O projeto envolve estudantes voluntários e externos, que participam de aulas e atividades interculturais. Essas ações favorecem a aprendizagem colaborativa e problematizadora, promovendo o respeito à alteridade. A pedagogia social, nesse contexto, fortalece a dignidade.
