Arquivo diário: 22/01/2015

Artigo: Educação em Direitos Humanos


62Educação em direitos humanos: para lá da informação (p. 83-100)
Ivar César Oliveira de Vasconcelos, Geraldo Caliman. In: Revista de Ciências da Educação, v. 16, n. 31, 2014, p. 83-100. Baixar Artigo em PDF

Nos tempos atuais, a educação segue acolhendo crianças, adolescentes e jovens frequentemente sujeitos ao adestramento com vistas à obtenção de bom desempenho em testes padronizados. Vigora o processo educacional que pouco articula aspectos informativos e formativos da educação. Indaga-se: os processos educacionais desenvolvidos na universidade formam ou informam? Investigou-se, por meio de uma abordagem qualitativo exploratória, com grupos focais, a percepção de jovens estudantes a respeito da educação desenvolvida na universidade, visando a compreender como concretizar, cada vez mais, a pedagogia dialógica (FREIRE, 2009, 2011) e, assim, contribuir com a educação para direitos humanos. Segundo declararam, o curso superior oferece acesso a uma vida melhor, não significando isto só ganhar dinheiro, mas também situar cada vez mais o indivíduo nas relações sociais. Percebem priorização de aspectos informativos, em detrimento dos formativos. Para eles, torna-se necessário superar os limites dos conceitos aprendidos, para o que as aulas deveriam ser mais dinâmicas e capazes de facilitar, junto aos estudantes, a vinculação entre teoria e prática, o que, inclusive, contribuiria para a maior compreensão de direitos humanos.

Artigo: Perfil Docente na Profissionalização de Alunos com Deficiência


60As Características, Habilidades e Competências exigidas para o Docente atuar na Educação Profissional com Alunos com algum tipo de Deficiência. Loni Manica – Geraldo Caliman, Boletim Técnico do SENAC, v. 40, n. 2, 2014.  Para baixar o artigo em PDF clique aqui.

O artigo revela características, habilidades e competências para o docente que na Educação Profissional tem alunos com deficiência, divididas em categorias as quais identificamos a partir dos entrevistados: paciência; crer nas potencialidades do aluno; metodologia diferenciada; qualificação profissional na área; aprendizagem mediada; avaliação diferenciada; diálogo; superação do preconceito; ousadia; humildade; prática relacionada com a cidadania; trabalho socioeducativo; e a transmissão de valores. Muitas dessas categorias são cabíveis a qualquer professor; contudo, o foco deste artigo está em evidenciar o desejo quanto ao novo jeito de ser docente na visão daqueles que fazem a prática pedagógica inclusiva no dia a dia das escolas profissionais. Foram pesquisados 48 docentes, 35 alunos com deficiência e 28 gestores, em 18 estados.