Seminário Internacional “Juventude Universitária e Direitos Humanos”


mesa3Dia 19 de Outubro, aconteceu o Seminário Internacional “Juventude Universitária e Direitos Humanos”.  Veja aqui a PROGRAMAÇÃO.  Estiveram presentes na mesa de abertura o Magnífico Reitor da UCB, Prof. Dr. Gilberto Garcia, tambem Presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE); os oficiais da UNESCO Sr. Fábio Eon e Sra. Mariana Braga; a Diretora da Escola de Educação, profa. Christine Maria Soares de Carvalho e o Coordenador da Cátedra Unesco de Juventude, Educação e Sociedade. “Uma vez que as guerras se iniciam nas mentes humanas, é nas mentes humanas que devem ser construídas as defesas da paz” (UNESCO).  Por meio de percepções de jovens universitários, propusemo-nos a coletar evidências do legado transmitido a eles pelas gerações mais vividas, do momento presente e do que se pode esperar do futuro, relacionadas ao tema dos Direitos Humanos. Realizamos uma pesquisa sobre o tema junto a essa população acadêmica, cujos resultados e conclusões vêm se juntar, parcialmente, no livro Juventude Universitária: Percepções sobre Justiça e Direitos Humanos, às contribuições de sete pesquisadores de universidades internacionais (Itália, Espanha, Portugal e México) e de seis outros pesquisadores de universidades brasileiras. Sobre esta obra, assim se exprime José Machado Pais, expert internacional sobre Juventude, professor e coordenador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. “O questionamento das percepções dos jovens universitários sobre justiça e direitos humanos é um convite para que reflitamos no futuro das nossas sociedades. E porque assim é, em mãos temos um livro que nos desafia a imaginar o futuro como reconstrução de um presente cujo teto cultural (de valores, direitos humanos, ética e justiça) se entrecruza com um solo vital (de desigualdades sociais e constrangimentos econômicos). Num estudo onde a esperança de um futuro melhor é debatida, não só no Brasil como noutras latitudes geográficas da América Latina e da Europa, o que descobrimos é que as percepções e aspirações juvenis se jogam num campo de tensões sociais entre discriminação e emancipação, individualismo e solidariedade, sobrevivência e direito a uma vida digna. Poderão estes dilemas ser pensados fora dos processos educacionais?”

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