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V Conferência das IUS


30-08-13-111A Universidade Católica de Brasília – que tem entre seus sócios proprietários os Salesianos – esteve presente com uma equipe de seis participantes, entre o Reitor e professores, na “V Conferência das Instituições Universitárias Salesianas das Américas”. O anfitrião foi a Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) de Campo Grande (MS) que recebeu entre 25 e 29 de agosto, uma centena de participantes, entre reitores e dirigentes, das Universidades, Centros Universitários e Faculdades da América Latina. Se fizeram presentes 18 instituições de Ensino Superior Salesianas, do Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Mexico, Equador, Colombia, El Salvador e Guatemala. Na foto, a equipe da Universidade Católica de Brasília apresenta o tema “Novos Modelos de Aprendizagem na Educação Superior”.  Em um clima muito acolhedor e cooperativo, a “V Conferência das Instituições Universitárias Salesianas das Américas” serviu para traçar novas estratégias e ações comuns, principalmente nas áreas de Comunicação, intercâmbio e construção de identidade. As 18 instituições universitárias formam 105 mil alunos, e conta com aproximadamente dez mil funcionários, entre administrativos, de apoio e docentes.

Drogas para os usuários: liberação ou punição?


Existe um assunto que é muito recorrente quando se trata da questão do uso de drogas e dos usuários de drogas: eles devem ser punidos, ou inocentados? Os adeptos da punição sempre se baseiam na hipótese de que os usuários financiam, com sua demanda incontrolável e ditada pelo vicio, financiam os traficantes e barões do tráfico. Quem se coloca do lado da não punição às vezes se coloca tambem do lado da liberalização das drogas.

Dois posicionamentos clássicos que retornam como um efeito “sanfona”, hora um e hora outro. E nós, o que pensamos? nós que imaginamos que o sujeito deve ser preservado em sua opção pessoal, e deve ser tutelado em suas necessidades? A punição? a liberalização das drogas? a medicalização?

Por hoje a reflexão fica aqui, como uma provocação. Mas esses tres posicionamentos, que não são totalizantes, podem nos oferecer muitas dicas para essa reflexão.