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Cátedra Unesco publica seu terceiro livro esse ano


ImagemSaiu pela Cátedra Unesco de Juventude, Educação e Sociedade a terceira publicação deste ano. O título: “A Escola e seus Processos de Humanização”. A autora: Magali Evangelista Machado, formada no Doutorado em Educação do Programa de MD em Educação. O segredo dos recursos para a escola não está no dinheiro, mas no investimento afetivo, nas relações humanas. Nas palavras do Prof Cândido Alberto Gomes, “as fórmulas mágicas para a qualidade e a democratização da educação simplesmente inexistem. No entanto, existem, sim, experiências e denominadores comuns para as escolas de sucesso. É o que esta obra mostra por meio de dois estudos de caso. Ambos os estabelecimentos, cada qual com o seu perfil e a construção dos próprios caminhos, demonstram que não são necessárias soluções mirabolantes e caras. Aliás, mostram que recursos não se confundem com dinheiro e que não seria injetando cada vez mais dinheiro que se obteria proporcionalmente maior qualidade. A educação é um processo que depende basicamente de relações entre pessoas, com lideranças sérias, e da construção de um clima de exigê^ncia, segurança e gosto pela escola. Não que instalações e equipamentos sejam negligenciáveis, mas a essência da educação se encontra nas redes de relações entre as pessoas, o que, com efeito, não é fácil de construir, nem de manter. Essa é a maior riqueza de uma escola.”

Catedra UNESCO publica livro do Prof. Luiz Síveres


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Editado pela Liber Livro, sai com o selo da Cátedra UNESCO de Juventude, Educação e Sociedade, da Universidade Católica de Brasília, este livro do prof. Luiz Síveres, intitulado “A extensão universitária como principio de aprendizagem”. Resultado de uma pesquisa entre instituições de Ensino Superior Comunitárias (participantes do Fórum Nacional de Extensão e Ação Comunitária das Universidades e Instituições de Ensino Superior Comunitárias – ForExt), liderada pelo Prof. Luiz Síveres, exímio pesquisador sobre extensão universitária no país, este livro apresenta um pouco das vivências e aprendizagens de estudantes extensionistas a partir da extensão universitária. Como diria Paulo Freire, conhecer implica na presença curiosa do sujeito face ao mundo e requer uma ação transformadora sobre a realidade através da intervenção. A publicação divide-se em quatro capítulos os quais trabalham a dimensão da subjetividade do estudante, os processos de aprendizagem do estudante na extensão, a extensão e o exercício da cidadania e a extensão e a formação profissional.

Artigo em “Zeitschrift für Soziale Arbeit”


SozialExtra

Artigo publicado por BENITES, CALIMAN, FICHTNER, na Revista científica alemã Sozial Extra, dedicada aos temas do Trabalho Social e Políticas Sociais. O artigo tem como título: Jugend – Gewalt – Drogen: Ein Handlungsfeld für neue Formen pädagogischer Praxis in Deutschland und Brasilien (= Violência – Juventude – Drogas: Um campo de ação para novas formas de prática pedagógica, na Alemanha e no Brasil). Publicado na mais conceituada revista alemã da área do Trabalho Social e Políticas Sociais: “Sozial Extra – Zeitschrift für Soziale Arbeit“.  As tendências de enfrentamento têm se caracterizado, na Alemanha, segundo Fichtner, com forte acentuação da punitividade, da desintegração e da falta de reconhecimento. O autor questiona e sugere o potencial dos Direitos Humanos para uma reconquista e desenvolvimento do que ele chama de “Categoria do Social” nas praticas culturais dos jovens. A violência e o uso de drogas pelos jovens da Alemanha estão sendo cada vez mais personalizados, patologizados e biologizados. Estes problemas, segundo Caliman estão sendo tratados como formas de comportamento desviante, como uma manifestação de determinados grupos marginalizados, à custa de jovens que vivem em uma sociedade que, autodeclarando-se “saudável” tende a lavar as mãos, a isentar-se de sua responsabilidade. Estratégia cômoda para colocar a culpa sobre os indivíduos e isentar a “sociedade” de sua capacidade destrutiva dos elos de interação entre os indivíduos. Esta perspectiva impede a percepção de que não somente os jovens praticam a violência, mas que eles também são submetidos a diversas formas de violência social, institucional e pessoal. É necessário estudar maneiras de atuar na prevenção através de práticas ligadas à cultura, à arte, às motivações que podem ressignificar a vida de sujeitos envolvidos.

Artigo de Livro: Formação do Educador Social


148CALIMAN, G.; BOLWERK, D.; SANTOS, J.; SOUZA, N.; THIEL, R. Formação do Educador Social através do Ensino a Distância. In: AMPARO, D.; ALMEIDA, S.; BRASIL, K.; CONCEIÇÂO, M.I.; MARTY, F. Adolescência e violência: intervenções e estudos clínicos, psicossociais e educacionais. Brasília: Liber; UnB, 2012, p. 181-194.

Os processos educativos têm sido sempre centralizados, no Brasil, naqueles relacionados ao sistema escolar. A demanda emergente das necessidades sociais, especialmente aquelas referentes à infância e à Juventude, trouxe à tona outros processos educativos igualmente significativos e influentes. Em muitos casos a população socialmente excluída, em particular crianças, adolescentes e jovens, encontra em organizações sociais e outros ambientes não formais o apoio indispensável para superar as suas condições de exclusão. São associações, clubes, obras sociais e uma variedade de experiências  que viabilizam a educação por meio de metodologias, projetos e ações que incluem o esporte, o trabalho, o lazer, a cultura, a expressão, a arte. Em outras palavras, a escola é indispensável, mas não única nem suficiente.

Justiça pela Qualidade na Educação


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Lançamento: 02 de Abril, no Salão Nobre da Faculdade de Direito da USP. Os professores Geraldo Caliman, Cândido Alberto Gomes, Carlos Angelo de Meneses Sousa, Jacira Câmara e Celio da Cunha, todos pertencentes ao quadro de Pesquisadores da Cátedra UNESCO de Juventude Educação e Sociedade da Universidade Católica de Brasília colaboraram com artigos para o livro “Justiça pela Qualidade na Educação”. O Livro que será lançado no proximo dia 2 de abril no Salão Nobre da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, foi editado pelo movimento Todos Pela Educação e pela ABMP (Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e da Juventude. Reúne artigos de profissionais das áreas do Direito e da Educação para um maior e mais qualificado diálogo entre essas duas áreas.

O Lançamento acontecerá na sessão solene de abertura do seminário Justiça pela Qualidade na Educação – Educação para a Qualidade da Democracia, promovido pelo Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Direito da USP. Na ocasião estará presente o Dr. Kishore Singh, relator especial das Nações Unidas para o Direito à Educação e do Prof. Titular Antonio Magalhães Gomes Filho, Diretor da Faculdade de Direito da USP.

Educação Profissional de Adultos com Deficiência e Perfil do Professor


ImagemBaixe o artigo aqui:  MANICA-CALIMAN-Educação-Profissional. O presente artigo é parte de uma pesquisa que prevê a busca de contribuições de três segmentos: Docentes, Discentes e Gestores quanto ao perfil docente de quem atua na educação profissional de alunos com deficiência, em cursos de aprendizagem industrial, bem como sobre dificuldades e possibilidades da inclusão na escola profissional e no mundo do trabalho. O objetivo da pesquisa visa auxiliar a sociedade na formação profissional docente e sugerir avanços educacionais e legais na área da formação de formadores para a educação profissional social.

Comunidades Educativas e espiritualidade na Educação Social


Revista DialogosBaixe o artigo em CALIMAN-Comunidades-educativas-espiritualidade
Tendo como referencia a pertença a um grupo religioso e/ou grupo coeso em seus valores e normas (a uma «moral community»), o artigo indaga sobre o potencial preventivo da participação dos jovens em atividades religiosas. Encontramos algumas respostas sobre as razões desse potencial dentro de dois filões de pesquisa sociológica: o filão ligado ao estudo dos comportamentos associais e o ligado às teorias das necessidades humanas. Identifica, finalmente, três fenômenos religiosos e educativos considerados, em geral, de grande importância na articulação de metodologias sociopedagógicas: a emergência das necessidades existenciais, de sentido e de transcendência; a construção de projetos de vida como capaz de gerar motivações profundas; a função preventiva das comunidades educativas. Esses fenômenos educativos e religiosos tendem a prevenir a evolução de comportamentos associais e delinquenciais.

Livro Culturas de violência, Culturas de paz


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Participam com capítulos os profs. Geraldo Caliman [Educação Social entre Redes Afetivas e Institucionais], coordenador da Cátedra como tambem os parceiros da Cátedra, as profas Azucena Ochoa Cervantes e Evelyn Diez-Martínez, da Universidade de Querétaro (Mexico), e a profa Sonia Koehler do Observatório de Violências de Lorena SP. A presente obra, organizada pelos Profs. Cândido Gomes,  Grasiele Nascimento e Sonia Koehler,  é resultado dos eventos acadêmico-científicos II SEMIDI – Seminário Internacional de Direito – e II SEVILES – Seminário de Violências, Educação e Saúde – apoiados (e em cooperação efetiva) pela Cátedra UNESCO de Juventude, Educação e Sociedade, liderada pela Universidade Católica de Brasília, congregando instituições nacionais e internacionais que reúnem esforços no sentido de potencializar o ensino, a pesquisa e a extensão priorizando os estudos sobre as violências e a cultura de paz. Como mencionado no prefácio pelo Dr. Lucien Muñoz, representante da UNESCO no Brasil, “construímos uma praça intelectual, à qual são convidados interlocutores para pensar, sentir e, se possível, agir”. São 15 textos que revelam sempre pelo prisma da interdisciplinariedade – os resultados de estudos e pesquisas imbricados e entrelaçados ao tema maior dos Seminários, principalmente o de Direitos Humanos: Culturas de Violência, Culturas de Paz.